Nestes meus poucos anos como planejadora de comunicação, o Google foi praticamente meu sócio. Tudo quanto era informação que eu precisava para o diagnóstico, era ele quem me dava. Precisava de dimensionar um mercado, o cara tava lá. Informaçoes sobre um público alvo? Ele me contava tudo. Dados do concorrente? Tava lá também.
E neste pouco tempo, já vi que esse cenário começa a mudar. Parece que está começando uma onda pela busca segmentada (vai saber se este nome existe. Se alguém tiver um embasamento teórico sobre isso, ia adorar se comentasse este post).
O fato é que, hoje em dia, não deixo de pesquisar um assunto no Google blogs ou no Technorati para finalizar um diagnóstico. Ou, se quero uma impressão mais qualitativa sobre um assunto, bebo na fonte das buscas sociais como o orkut, o facebook, ou o digg. O Gafanhoto do Casé promete ser uma mão na roda também. Não bastasse tudo isso, ainda tem a onda das buscas avançadas, tipo a Quintura, que é para deixar qualquer planejador com um deadline des-o-ri-en-ta-do.
Sei lá…Parece o surgimento de um outro mercado. E é. Ou deve(rá) ser. Faz sentido?